PODER DE DECISÃO
Deus deu-nos poder de decisão. Ninguém é uma marioneta ou um robô pre-programado. Todos temos poder de decisão sobre várias coisas nas nossas vidas. Podemos até decidir se queremos amar a Deus ou não! Amar é uma escolha. Deus não obriga ninguém a amar e segui-lo, porque não seria sincero, em sua infinita graça, pôs em nós o chamado livre arbítrio.
É possível resistir ao Espírito Santo. Mas Deus é justo. Nós escolhemos o que vamos fazer, mas um dia teremos de enfrentar o julgamento de Deus, pois, somos responsáveis por nossas ações, tudo o que se semeia colhe-se. (Rm 14:10-12; II Cor 5:10)
Ao mesmo tempo, Deus não está preso às regras do tempo. Ele já conhece todas as nossas decisões e as levou em conta. As decisões que nós fazemos não conseguem frustrar os planos de Deus, Jó, enfrentando todo o sofrimento reconhece. “Bem sei eu que tudo podes, e que nenhum dos teus propósitos pode ser impedido”. (Jó 42:2)
Hoje temos o poder de dissidir a quem servir; aos ídolos ou a Deus, foi assim nos dias de Josué, homem de Deus, lançou o desafio ao povo e neste momento é posto diante de nós; a quem servir! “Se, porém, não agrada a vocês servir ao Senhor, escolham hoje a quem irão servir, se aos deuses que os seus antepassados serviram além do Eufrates, ou aos deuses dos amorreus, em cuja terra vocês estão vivendo. Mas eu e a minha família serviremos ao Senhor". (Josué 24:15)
Uma das palavras-chave neste versículo e em todo capítulo, e que aparece quinze vezes é servir. Servir a Deus significa temer, obedecer e adorar ao Senhor. Significa amá-lo, voltar o coração inteiramente para ele e obedecer por vontade própria, não por obrigação.
Decisão (Js 24:14-18). Josué deixou claro que o povo de Israel havia tomado a decisão de servir ao Senhor Deus de Israel. A neutralidade não era uma opção. Porém, se servissem ao Senhor, teriam de livrar-se dos falsos deuses que alguns deles adoravam em segredo. Mesmo depois da grande experiência do êxodo, alguns israelitas ainda faziam sacrifícios aos deuses do Egito (Lv 1 7:7; Am 5:25, 26; At 7:42, 43; Ez 20:6-8).
Jacó deu a mesma advertência a sua família (Gn 35:2), e Samuel também admoestou o povo de seu tempo sobre isso (I Sm 7:3ss).
Josué não estava sugerindo que o povo poderia escolher adorar os falsos deuses da terra e que Deus aceitaria esse comportamento; não havia outra opção senão adorar ao Senhor. Como um homem sábio e espiritual, Josué sabia que, de modo consciente ou não, todos adoram algo ou alguém, pois a humanidade é "incuravelmente religiosa". Se os israelitas não adorassem o Deus verdadeiro, acabariam adorando os falsos deuses das nações perversas em Canaã. O que Josué queria deixou claro era que o povo não poderia fazer as duas coisas. “Ninguém pode servir a dois senhores; porque ou há de odiar um e amar o outro, ou se dedicará a um e desprezará o outro. Não podeis servir a Deus e a Mamom”. (Mateus 6:24)
Os israelitas garantiram a Josué que desejavam adorar e servir somente ao Senhor Deus de Israel e apresentaram seus motivos. O Senhor livrou-os do Egito, conduzido pelo deserto e levado à terra prometida.
Josué havia declarado que ele e sua casa serviriam somente ao Senhor (v. 15), e o povo disse: "Portanto, nós também serviremos ao Senhor, pois ele é o nosso Deus" (v. 18).
Escolha hoje a quem servir, a decisão está em suas mãos, o que vai decidir terá repercussões futuras, decida em conformidade com o coração de Deus e siga sua boa vontade. “Se alguém decidir fazer a vontade de Deus, descobrirá se o meu ensino vem de Deus ou se falo por mim mesmo”. (João 7:17).
Um dia muito abençoado com uma boa decisão. Aquele abraço
Pr. José de Matos / 2021-01-16
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