Quarta-feira, 8 de Setembro de 2010

EVIDÊNCIAS DA RESSURREIÇÃO DE CRISTO

JO 20.1-18

 

INTRODUÇÃO

 

A ressurreição de Cristo ocupa uma página importante na história do cristianismo. Ela é o coração da Igreja Cristã. Paulo chegou a afirmar que se Cristo não ressuscitou, tudo é vão, I Co 15.14-19.

 

Contudo, se podemos demonstrar que Jesus de Nazaré ressuscitou dente os mortos, aí sim, o cristianismo assume um carácter de suma importância na vida dos seguidores de Cristo. Sem a ressurreição de Cristo, não poderíamos continuar cristãos.

 

As sete provas da ressurreição de Cristo

 

1. A ressurreição de Cristo é a base do evangelho V. 1 e a força motora do cristianismo, V 14

2. A ressurreição de Cristo é a base da nossa fé, V. 2, sem ela seria vã a nossa FÉ V. 17

3. A ressurreição de Cristo é a base das Escrituras, V. 3,4, Ele deu cumprimento e personificou a palavra dando-lhe vida Jo 1:1-3; 6:63

4. A ressurreição de Cristo é a base da nossa vitória, V. 4, 54,55

5. A ressurreição de Cristo é a base da fé apostólica, V. 5,7; At 2:32

6. A ressurreição de Cristo é a base da Igreja Primitiva, V. 6

7. A ressurreição de Cristo é a base da fé de Paulo, V. 8-11

8. A ressurreição de Cristo é a esperança dos que já partiram e a nossa V 18; I Ts 4:14-17

 

I. PROVAS DA RESSURREIÇÃO DE CRISTO O SEPULCRO VAZIO

 

1. As narrativas da ressurreição nos evangelhos principiam com a visita de algumas mulheres ao sepulcro na manhã do domingo de Páscoa. Quando lá chegaram, ficaram espantadas ao descobrirem que o corpo de Cristo havia desaparecido. O sepulcro estava vazio. Cristo ressuscitara!

 

2. Os cépticos tentam afirmar através de algumas teorias falsas que Cristo não ressuscitou e que tudo não passou de um engano. Tentam explicar através destas falsas teorias o que segundo eles aconteceu:

 

a) Em primeiro lugar, afirmam que as mulheres, poderiam ter ido ao sepulcro errado. Segundo eles, ainda estava escuro e elas confusas com aquele sofrimento, poderiam ter cometido um engano:

 

a.1) Para começar, não estava totalmente escuro. Embora, João afirme que as mulheres foram ao sepulcro de madrugada, sendo ainda escuro, (Jo 20.1, “No primeiro dia da semana, Maria Madalena foi ao sepulcro de madrugada, sendo ainda escuro, e viu que a pedra estava revolvida”); Marcos na fala que o facto se deu ao “despontar do sol”, Mc 16.2, “E, muito cedo, no primeiro dia da semana, ao despontar do sol, foram ao túmulo”.

 

a.2) Além disso, elas não eram tão idiotas, pois pelo menos duas delas estiveram no local, onde José de Arimatéia e Nicodemos haviam colocado o corpo do Senhor, Mc 15.47, “Ora, Maria Madalena e Maria, mãe de José, observaram onde ele foi posto”; e ficaram sentadas em frente da sepultura, Mt 27.61, “Achavam-se ali, sentadas em frente da sepultura, Maria Madalena e a outra Maria”. Se uma delas errasse, certamente a outra não erraria.

 

b) Em segundo lugar, há a teoria do desfalecimento: Afirmam que Jesus realmente não morreu. Ele só desmaiou. Contudo, as evidências contrariam tal afirmação:

 

b.1) O testemunho do centurião, Mc 15.44-45

 

b.2) O soldado que lhe abriu o lado com a lança, Jo 19.34, “Mas um dos soldados lhe abriu o lado com uma lança, e logo saiu sangue e água”.

 

b.3) Poderia Jesus, após tanto sofrimento, ter resistido a trinta e seis horas dentro de um sepulcro fechado e depois ainda encontrar forças físicas para empurrar a grande pedra colocada à porta do sepulcro e que pesava cera de 2 toneladas? Isto sem perturbar a guarda romana? Mt 27:63-66

 

c) Em terceiro lugar, há a teoria de que ladrões de qualquer espécie roubaram o corpo:

 

c.1) Seria difícil enganar a guarda romana, pois que suas vidas estavam em risco. Mt 28:11-15

 

c.2) Se isso tivesse acontecido, não teriam deixado os lençóis.

 

d) Em quarto lugar, há a teoria de que os próprios discípulos levaram o corpo. Os judeus, até mesmo espalharam este boato, subornando os guardas, Mt 28.11-15.

 

d.1) Seria impossível passar pelos guardas.

 

d.2) Se isso tivesse acontecido, como ficaria o factor psicológico dos discípulos? Teriam eles condições de pregar a mensagem do livro de Actos? At 2.23-24. Não só a pregação, mas até mesmo a vida que levaram depois (sofrimento, assassinatos, mortes, etc.). Teriam eles sido tão hipócritas?”.

 

e) Em quinto lugar, o corpo teria sido roubado pelas autoridades romanas e hebraicas, para mostrá-lo ao povo, se os discípulos surgissem com a versão de que Cristo ressuscitara, o que lhes era esperado. Ficaram com medo de alguma trapaça:

 

e.1) Se assim fosse, porque o corpo não apareceu, quando os discípulos começaram a pregar que Cristo havia ressuscitado? At 2:23

 

e.2) Pelo contrário, estas autoridades, recorreram a ameaças, difamações, conspirações e mortes, para reprimi-los. At 4:17; 5:40

 

3. O sepulcro, realmente estava vazio. Cristo havia ressuscitado, aleluia! Lc 24:5

 

 

 

 

II. PROVAS DA RESSURREIÇÃO DE CRISTO OS LENÇÓIS

 

1. As narrativas nos contam que o corpo de Cristo, não se achava mais no lugar onde foi posto, mas os lençóis, permaneceram no mesmo lugar, intactos. Vejamos o relato de João, Jo 20:3-7

 

2. Os discípulos viram e creram. O que eles viram? Não foi somente a ausência do corpo, mas a posição dos lençóis.

 

3. Vamos reconstruir um pouco a história: José de Arimatéia solicita o corpo a Pilatos. Nicodemos levou especiarias para o sepultamento. Tomaram o corpo de Jesus e o ataram com os lençóis envolvidos nas especiarias, Jo 19.38-40. Um pedaço de pano, sem dúvidas era colocado sobre a cabeça, Jo 11.44, “Saiu aquele que estivera morto, tendo os pés e as mãos ligados com ataduras e o rosto envolto num lenço. Então, lhes ordenou Jesus: Desatai-o e deixai-o ir”.

 

4. Os lençóis, eram enrolados no corpo, com as especiarias, como se fosse um gesso, na forma de ataduras. O lenço era enrolado na cabeça, deixando a face livre. Não era possível sair daquele casulo, sem mexer na posição dos lençóis.

 

5. Os discípulos viram o que? O lençol estava intacto e o lenço que havia sido colocado na cabeça estava num lugar à parte, Jo 20.6-7. O corpo de Jesus passara por entre as ataduras, sem mexer com a posição delas.

 

6. Os lençóis, foram uma forte evidência da ressurreição.

 

III. PROVAS DA RESSURREIÇÃO DE CRISTO OS APARECIMENTOS DO SENHOR

 

1. Todo leitor dos evangelhos, sabe que os mesmos incluem algumas histórias extraordinárias de como Jesus apareceu aos discípulos após a sua ressurreição. Sabemos de dez aparições do Senhor em separado:

 

a) Apareceu a Maria Madalena, Jo 20.11-18.

 

b) Apareceu às mulheres que regressavam do sepulcro, Mt 28.9.

 

c) Apareceu a Pedro, Lc 24.34; I Co 15.5.

 

d) Apareceu aos dois discípulos na estrada de Emaús, Lc 24.13sess.

 

e) Apareceu aos dez no Cenáculo, Lc 24.36-42.

 

f) Apareceu a mais de quinhentos irmãos de uma vez, I Co 15.6.

 

g) Apareceu a Tiago, I Co 15.7.

 

h) Apareceu a muitos perto do Mar da Galiléia, Jo 21.1-23.

 

i) Apareceu a muitos no Monte das Oliveiras, Lc 24.50-53.

 

j) Apareceu a Paulo, I Co 15.8.

 

2. Vejam como Lucas descreve em Actos acerca dos aparecimentos, At 1.1-3

 

3. Mesmo com todas estas testemunhas, há algumas explicações dos cépticos que tentam destruir a veracidade das aparições:

 

a) Em primeiro lugar, os discípulos teriam inventado que Cristo apareceu a eles. Se isto fosse verdade, certamente os discípulos teriam inventado uma história muito mais fantástica, como nos evangelhos apócrifos, e não um quebra cabeça de acontecimentos, que os evangelhos produziram. Além disso, jamais teriam incluído Maria Madalena na história inventada, em razão de sua reputação.

 

b) Em segundo lugar, os discípulos tiveram alucinações. A alucinação é a “percepção aparente de um objecto externo, quando este não está presente”. Normalmente, possuem alucinações, pessoas psicóticas e neuróticas, ou pessoas que estão sob efeito de drogas. Não é possível afirmar que os discípulos eram desta natureza. Ainda que admitamos que pessoas normais tenham alucinações, tais alucinações, ocorrem quando elas estão sob forte clima de pensamento exagerado, ou forte desejo íntimo para ver coisas. Isto não ocorreu com os discípulos, pois:

 

b.1) Alguns nem mesmo acreditaram, Mc 16.11, “Estes, ouvindo que ele vivia e que fora visto por ela, não acreditaram”.

 

b.2) Ficaram surpresos e atemorizados, Lc 24.37, “Eles, porém, surpresos e atemorizados, acreditavam estarem vendo um espírito”.

 

b.3) Exemplo de Tomé, Jo 20.24-29.

 

4. Só temos que admitir que as experiências dos discípulos, eram verdadeiras. Cristo ressuscitara e aparecera aos discípulos em muitas vezes, com incontestáveis provas.

 

 

CONCLUSÃO:

 

1. A maior garantia que temos, em termos de cristianismo, é a ressurreição de Cristo. Sem a ressurreição de Cristo, não poderia haver igreja, cristãos, e todo aparato religioso. Servimos a um Deus vivo, aleluia!

 

2. A ressurreição do senhor, nos garantes vida, I Co 15.21-22, “21 Visto que a morte veio por um homem, também por um homem veio a ressurreição dos mortos. 22 Porque, assim como, em Adão, todos morrem, assim também todos serão vivificados em Cristo”.

publicado por PASTOR MATOS às 22:58
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