Quarta-feira, 8 de Setembro de 2010

A CONFISSÃO DE PEDRO

 

Mt 16:13-23

 

Int: Cesaréia significa "(cidade) do imperador (de César)" e estava situada 40 km ao norte de Betsaida em uma das fontes do Jordão, ao sopé do monte Hermom. A qualificação "de Filipe" liga-a ao governador Herodes Filipe, que ampliara esta pequena localidade na fronteira norte do seu domínio para ser sua capital, mudando seu nome em homenagem ao imperador romano. Naquela época havia várias destas "cidades do imperador", entre as quais "Cesaréia à beira do mar" (At 12.19ss). Era uma maneira de pequenos soberanos dependentes de Roma comunicarem sua submissão.

 

I)                 A SONDAGEM DE CRISTO V 13

 

a)               Marcos diz: e no caminho… Mc 8:27, A pergunta é muito pertinente, os conceitos eram os mais variados, ainda hoje é assim.

b)               Jesus sabia perfeitamente o que ia no coração do homem. Jo 2:25

c)               Jesus queria fortalecer e firmar a fé dos seus discípulos. Cl 2:7.

d)               Quanto mais firmes, maiores serão as experiências com o Senhor, para se resistir aos temporais.

e)               As várias respostas, mas a preocupação de Jesus não era o que pensam as pessoas ao seu redor, mas sim o que eles pensavam a seu respeito. V 15

f)                 O mais importante é saber quem Ele é individualmente para cada um de nós.

 

II)             OS VARIOS CONCEITOS V 14

 

a)               Dentro dos vários movimentos existem vários conceitos a respeito de Cristo

b)               Nos Ressulistas: um deus mais pequeno do que o Pai, pois este foi criado. Jo 1:1-3; Cl 1:14-16

c)               Espiritismo: espírito superior

d)               Mormons: foi um grande profeta.

e)               Para os seus contemporâneos, Cristo foi a pessoa mais controversa, duas pessoas ñ pensavam a mesma coisa a seu respeito. Mt 11:19 “ Eis ai um glutão”

f)                 Quando fazia um milagre: enganava o povo Jo 7:12

g)               Para outros, os seus milagres eram pelo poder de demónios. Mt 12:24.

h)               Para João Baptista, Cristo é: o Cordeiro de Deus… Jo 1:29

i)                  Samaritanos: Salvador do mundo Jo 4:42

j)                 Maria Madalena, meu Senhor Jo 20:13

k)               Para Tomé: Senhor meu e Deus meu Jo 20:28

l)                  Para Paulo: tudo subsiste por Ele Cl 1:17

m)            O escritor de Hebreus o chama de sumo-sacerdote, Santo, inculpável, sem macula, separado dos pecadores e feito mais alto do que os céus Hb 7:26

n)               Para o Deus Pai, Ele é: o meu filho amado em quem me comprazo. Mt 3:17

  • o)               Para os seres celestiais: Ele é o Cordeiro Ap 5:11,12

p)               Mas para você, o que Cristo é?

 

III)          O RECONHECIMENTO V 15-17

 

a)               A preocupação de Cristo, prende-se com os seus discípulos:

b)               A primeira pergunta fora somente um prelúdio. Em contraste com os "homens", ele agora quer saber: Mas vós, que estáveis "comigo" (Mc 3.14) desde a Galiléia (Mc 15.41), que fostes testemunhas oculares dos meus actos de poder e testemunhas auriculares da minha pregação, a quem expliquei tudo em ensinos à parte (Mc 4.34), quem dizeis que eu sou? Esta pas­sagem mostra que a vocação principal destes escolhidos consistia em reco­nhecer sua identidade para poder confessá-la(Mc 3.14). Dormia neles o poten­cial especial para a confissão do Messias. Pela condução criativa e a pergunta do mestre, ela é atraída para fora. Em condições genuínas de confissão acon­tece mais que uma simples recitação de matéria doutrinária decorada. O Espí­rito Santo proporciona clareza e certeza (Mt 10.18-20; 16.17; I Co 12.3).

c)                Jesus, formulou uma pergunta directamente aos seus discípulos V 15

d)               Esta mesma pergunta se coaduna a nós, quem é Jesus para nós, para ti?

e)                Pedro que falava sempre por todos os seus companheiros. Mt 19:27; Mc 11:21; Lc 12:41; Jo 6:68

f)                 Dá a resposta a Jesus, tu és o Cristo… não era um profeta, era o profeta. Dt 18:15; At 3:22

g)               Era o “ungido” o revestido de poder do E. Santo. Mt 3:16; Lc 4:18,19

h)               O que vinha para andar em toda a parte fazendo bem e curar todos os enfermos. Mt 4:23; At 10:38

i)                  Um simples pescador, conhecia o seu mestre de perto, iluminado pelo Espírito Santo, conhecia a realidade do filho de Deus, mas os grandes da nação, ensinados pelo mundo não o conheciam. I Cor 1:26

j)                  O filho do Deus vivo… assim a sua crença não era num Deus morto mas vivo. Dt 6:4; Mt 22:32

k)               Como muitas Igrejas e até muito populares.

l)                  Jesus o chamou de muito feliz. V 17

m)            A revelação não veio da carne mas de Deus, não veio da carne aperfeiçoada, nem de nascimento nobre, ou adquirido por muitos estudos, mas por revelação divina, este facto foi antes do seu nome ter sido mudado. Jo 1:42; 21:15, foi antes de ele merecer o nome.

n)               Esta é a maior das revelações, reconhecer Cristo como o filho do Deus vivo.

 

IV)         A INVENCIBILIDADE V 18, 19

 

a)               É a 1ª vez que Mateus emprega a palavra Igreja, a 2ª encontra-se em Mt 18:17, cartas apostólicas aparece 112 vezes.

b)               Jesus declara que as portas do inferno não venceram contra a Igreja, através dos séculos o Diabo muito tem lutado contra ela, o livro de Actos mostra como desde o princípio foi perseguida ferozmente, a santa inquisição.

c)               Mas assim como Cristo ao ressuscitar, venceu o poder da morte, e desde então as chaves da morte e do inferno lhe pertencem Ap 1:18

d)               Estamos sujeitos à morte física, mas como o inferno não pode reter a Cristo também não nos pode reter a nós. I Ts 4:14

 

V)             A CONVERSÃO DE PEDRO V 18 (b)

 

e)               A mudança de nome, está sempre associado à conversão. Gn 17:1-3

f)                 Simão, fraqueza, vulnerável como o pai terreno, Pedro, pequena pedra, solidez inabalável.

g)               Pedro não deixou margem para um sucessor, apenas queria que depois da sua morte fossem lembradas as suas palavras. II Pe 1:13-15

h)               Não foi permitido, nem existiu entre eles um papa, ou títulos, tais como papas, cardeais, arcebispos, etc… Mt 20:25-28; 23:8-12

i)                  Pedro nunca reclamou, nem exercitou, tal autoridade, mesmo depois do Pentecostes.

j)                 Não permitiu adoração, At 10:25,26

k)               Foi usado para dar a Iª mensagem no dia de Pentecostes aos judeus, chaves significa autoridade para abrir. At 2:14

l)                  Aos gentios. At 10:34

m)            Se a Igreja estivesse fundamentada sobre Pedro teria caído no Iº século. Gl 2:11-14

n)               Jesus disse que as portas do inferno não prevaleceriam, pois assenta na pessoa de Jesus Cristo. I Co 3:10,11; Ef 2:20

  • o)               Assim como a morte não teve domínio sobre Jesus, também não tem sobre os que com ele andam. At 2:24; Ap 1:18; I Ts 4:14

 

VI)         DISCIPLINA NA IGREJA DE CRISTO V 19

 

a)               Os membros faltosos. Mt 18:18

b)               Não é autoridade para absolver pecados.

c)               Jesus ordena o silêncio. V 20

d)               Possivelmente porque o povo não entenderia. Mt 13:10,11

 

VII)      AS GRANDES DOUTRINAS. V 21

 

a)               De acordo com o contexto, trata-se do ensino aos discípulos, não em público (Mc 4.10). O ensino particular era bem conhecido no judaísmo. Nem todos os assuntos eram apropriados para.

b)               Neste caso, o objeto do ensino, bem diferentemente dos costumes judaicos, era o próprio Jesus como o Filho do Homem

c)               A divindade de Cristo Jo 1:1; Gn 1:1; Cl 1:15

d)               A obra expiatória de Cristo.

 

VIII)  A SENSIBILIDADE HUMANA E A FALTA DE DISCERNIMENTO

 

a)               Um pouco antes o Pedro mostra ser um homem espiritual. V 16

b)               Mas neste momento se deixa usar por Satã, Jesus não disse que ele era satânico ou perverso, mas que estava sendo instrumento em suas mãos.

c)               Falta de discernimento espiritual, nós temos duas naturezas que nos acompanham sempre, o alerta. Mt 26:41

 

publicado por PASTOR MATOS às 22:41
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